Método
Quatro etapas, nesta ordem
A ordem importa mais que a velocidade. Pular o diagnóstico para começar a anunciar na semana seguinte é a forma mais cara de descobrir que o problema era outro.
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Diagnóstico
Olho o que já existe: site, campanhas anteriores, o que chega pelo WhatsApp, quanto disso vira consulta. Boa parte dos ganhos costuma estar aqui, antes de qualquer verba nova — um formulário que não avisa ninguém, um número que ninguém atende, uma campanha pagando por termo errado há meses.
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Estratégia
Definimos qual paciente vale a pena atrair, com que mensagem e a que custo. É aqui que a normativa de publicidade médica entra no desenho, não como revisão no final: o que pode ser dito, como e onde.
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Execução
Campanha no ar, site ajustado, caminho do lead fechado até o atendimento. Começa pequeno e controlado — verba de teste serve para aprender, não para provar que funciona.
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Medição
Relatório que responde uma pergunta só: cada real investido trouxe quanto de paciente? Se a resposta for ruim, ela aparece no relatório do mesmo jeito. É o único modo de corrigir enquanto ainda é barato.
O que eu peço de você
Três coisas, e nenhuma delas é tempo demais: acesso às contas que já existem, uma conversa honesta sobre o que a agenda aguenta, e resposta rápida a quem chega. Campanha boa com atendimento lento produz paciente irritado — e custa igual.
O que eu não faço
Não prometo posição no Google, número de pacientes ou retorno garantido. Não uso antes e depois de procedimento, nem depoimento que exponha paciente. Não crio urgência falsa. Além de serem regras da publicidade médica, são o tipo de coisa que funciona uma vez e queima a reputação depois.