Sobre
Um profissional, não uma esteira
Quem conversa com você é quem opera a conta. Não há camada de atendimento repassando recado para quem executa — o que encurta o caminho entre um problema aparecer e alguém resolver.
Por que só médicos
Porque é um mercado com regra própria. A publicidade médica no Brasil tem limite claro do que pode ser dito, mostrado e prometido — e a maior parte das agências generalistas descobre isso quando o cliente é notificado, não antes.
Concentrar num nicho também torna o aprendizado cumulativo: o que se descobre sobre custo de clique numa especialidade, sobre a pergunta que o paciente faz antes de marcar, sobre o horário em que o WhatsApp responde melhor, serve para o próximo consultório. Numa agência que atende de pizzaria a software, esse acúmulo não acontece.
Experiência
Mais de vinte contas de anúncio sob gestão e mais de R$ 120 mil por mês em mídia administrada, somando trabalho próprio e conduzido dentro de agência. São números de trajetória, não promessa de resultado: o que o seu consultório vai obter depende da especialidade, da região, do preço e da capacidade de atendimento — e essa conta a gente faz junto, antes de começar.
Como eu trabalho
Poucos clientes por vez, por escolha. Gestão de mídia feita direito consome atenção semanal; carteira grande demais vira piloto automático, e piloto automático em anúncio é dinheiro escorrendo com gráfico bonito.
Conversar antes de contratar
A primeira conversa não custa nada e não termina em proposta automática. Se o seu caso pedir algo que eu não faço bem, eu digo.